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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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A próxima cimeira do clima é no Peru. Saiba porquê.

Mäyjo, 30.11.13

 

 

Em Novembro de 2014, a conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas chegará ao número 20, uma data redonda e que será mais decisiva e, provavelmente, mais quente que a de Varsóvia, o COP 19.

Ao local do COP 20 já está escolhido: o Peru, um país que cresceu muito nos últimos 15 anos, que procura incorporar a responsabilidade social e ambiental nas suas decisões políticas e estratégicas e que tem um grande problema para as próximas décadas: a falta de água.

A principal fonte de água peruana está no gelo localizado no topo das montanhas, mas apenas 2% da água resultante do derretimento do gelo corre para o lado do Pacífico, onde vive 60% da população e não há chuva em quantidade suficiente. Quase todo a restante vai para o outro lado, em direcção da Amazónia, onde vivem 10% dos peruanos.

Por isso, o vice-ministro peruano para o Desenvolvimento Estratégico e Recursos Naturais, Gabriel Quijandría, explicou ao Planeta Sustentável que garantir a água é uma grande preocupação para o País – sobretudo numa altura em que o Peru perdeu 40% do seu gelo, quando comparado com fotos aéreas da década de 1950.

 

Recursos humanos e ética empresarial

Um dos grandes desafios do Peru é levar o sector da mineração, que tem sido o motor do crescimento do país, a perceber que existe um enorme problema de falta de água. Isto porque as actividades de extracção de minérios, como o ouro e o cobre, ocorrem próximo de fontes de água e são, por isso, um grande consumidor deste recurso.

“Queremos convencer o sector que ele precisa de fazer algo para garantir esse recurso, para os negócios e para a comunidade”, disse Quijandría. Ele contou também que as empresas do sector precisam de um projetco para lidar com as mudanças climáticas. Não como uma agenda de responsabilidade social, mas ligando-a à rentabilidade dos negócios.

A realização de uma COP em Lima pode levar a avanços nesse desafio, acredita o vice-ministro. “O México conseguiu aprovar leis relativas ao clima três anos após Cancún. Acreditamos que, com um empurrão da COP, outras áreas do governo peruano ficarão mais sensibilizados e mais ousados nos seus compromissos para enfrentar as mudanças climáticas“.

 

in: Green Savers

Maior turbina eólica offshore instalada na Bélgica

Mäyjo, 29.11.13

Maior turbina eólica offshore instalada na Bélgica

 

A empresa francesa Alstom acaba de instalar a maior turbina eólica offshore do mundo, que já está a produzir energia perto do porto de Ostend, na Bélgica. A turbina, com lâminas de 73 metros e uma torre de 78 metros, poderá armazenar mais 15% de energia que as turbinas eólicas offshore existentes hoje.

O equipamento irá gerar energia para cerca de cinco mil casas e requer menos manutenção que outros modelos usados para armazenamento de energia eólica offshore. Isto apenas é possível porque o modelo Heliade tem menos partes mecânicas e opera sem caixa de velocidades, enquanto o gerador permanente incorporado no corpo da turbina a  torna mais fiável e eficiente ao nível dos custos.

Esta turbina foi testada em Le Carnet, na França, e obteve com sucesso o reconhecimento da IEC (International Electrotechnical Comission), em 2012. Agora, a Alstom vai poder confirmar a excelência da performance num ambiente para o qual a turbina foi especificamente desenhada.

Segundo o Inhabitat, a turbina foi instalada com o apoio da Belwind.

turbina_SAPO

 

in: Green Savers

Penhas Douradas: o hotel ecológico que surgiu das ruínas de um sanatório centenário

Mäyjo, 29.11.13

Penhas Douradas: o hotel ecológico que surgiu das ruínas de um sanatório centenário (com VÍDEO)

 

Em meados da década passada, o advogado João Tomás e família decidiram trocar o caos de Lisboa pelo silêncio das Penhas Douradas, um local que já visitavam há vários anos, durante as suas caminhadas, e onde decidiram investir no turismo de natureza.

“Gostamos muito da serra, da natureza e de percursos pedestres. Foi isso que nos motivou para dar o primeiro passo”, explicou ao Economia Verde João Tomás.

O local escolhido para reconstruir foi um antigo hotel e sanatório centenário que, em tempos, ardeu, permanecendo em ruínas durante a maior parte do século XX. Depois de obras, o casal abriu a Casa das Penhas Douradas em 2006, então com nove quartos. Três anos depois, em 2009, o hotel fecha novamente, tendo reaberto em 2010 com dois novos edifícios e o dobro dos alojamentos.

Hoje, a Casa das Penhas Douradas é um espaço contemporâneo, inspirado na arquitectura típica da região e utilizando materiais com a madeira e a cortiça. “A cortiça é um três em um: faz isolamento térmico, acústico e revestimento. É um produto que aguenta o frio, chuva e neve. Não lhe acontece nada… a não ser debotar, uma vez que é um produto natural”, explicou ao Economia Verde Paulo Estrada, sócio-gerente da Sofalca.

A cortiça é também usada no interior do hotel, numa decoração dominada, porém, pela madeira de bétula.

Mas a Casa das Penhas Douradas não fica por aqui. A família Tomás comprou e revitalizou uma antiga fábrica de manteigas, que produz um tecido de lã artesanal – o burel. As peças são vendidas no hotel e numa loja lisboeta, juntamente com produtos alimentares da região. Descubra a Casa das Penhas Douradas do episódio 153 do Economia Verde.

 

in: Green Savers

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